Steve - Cidade de Blackthorn

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Steve - Cidade de Blackthorn

Mensagem por Ghost em Qui Jun 03, 2010 7:00 pm

O início de minha jornada foi um pouco triste. Minha mãe, chorou, alguns amigos meus vieram se despedir de mim, mas meu pai, ficou trancado no quarto. Eu não sei se ele estava com raiva, por eu não querer ser um empresário, ou com medo, por eu estar saindo para me aventurar no mundo. Devia ser os dois.
Quando saí de casa, senti uma pontada no coração, uma pré-nostalgia da minha antiga vida. Eu sabia que talvez duraria anos até eu poder reencontrar minha família e meus amigos. Mas eu tinha sede! Sede de me aventurar no mundo Pokémon junto a meus melhores amigos, Snorunt e Poochyena. Eu sabia muito bem que faria novas amizades, aprenderia novas coisas não só pela teoria, mas pela prática.
Eu continuei andando, pensando e olhando para as casas, as flores de minha cidade. Eu estava distraído quando de repente uma moto passou a poucos centímetros de mim; ela devia estar no mínimo a uns cem quilômetros por hora. “Que maluco!”, pensei. Instantaneamente, outra moto passou do meu lado, um pouco mais distante de mim. Dessa vez eu pude reconhecer a policial Jenny, que certamente estava atrás do maluco da moto.
Eu olhei ao meu redor e percebi que já tinha passado da trilha que eu devia pegar, estava a uns trezentos metros dela. “Me deixei levar pela distração”, pensei.
Soltei um suspiro, olhei para as duas Pokebolas presas em meu cinto, e caminhei de volta até a trilha.
Era a trilha que levava às montanhas. Eu tinha planejado passar pelas montanhas, chegar à cidade de New Bark, e fazer uma visitinha ao professor Elm, amigo antigo do meu pai.
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Re: Steve - Cidade de Blackthorn

Mensagem por SUPER HACHER em Sex Jun 04, 2010 9:04 am

Você andava pela trilha, quando você vê um homem estranho te seguindo, como se quisesse algo de você.
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Re: Steve - Cidade de Blackthorn

Mensagem por Ghost em Sex Jun 04, 2010 10:22 am

Eu entrei na trilha e fui em direção às montanhas. De repente, começou a chover. Na verdade, chuviscar. Continuei andando a ponto de meu cabelo estar molhado. Eu estava prestando atenção no barulho da água sendo pressionada sob meus tênis. Um pé após o outro. 1 e 2. 3 e 4. 3 e 4? Havia um barulho de quatro pés pressionando a água. Eu olhei para trás e vi um homem, vindo atrás de mim. Eu me virei e esperei até que a silhueta chegasse mais perto. Quando estava a uns cinco metros de distância e falei:
- Quem é você? O que você quer?
- Parado aí, eu estou armado.
O cara se aproximou e eu repeti:
- O que você quer?
Ele não respondeu e continuou se aproximando. Quando chegou bem perto eu pude ver seu rosto.
- Me desculpe, eu pensei que fosse alguém da Team Shadow – ele pareceu sincero.
- Team Shadow?
- É! A policial Jenny ligou para a nosso QG e pediu para que ficássemos de olho pôs há alguns clandestinos suspeitos que entram de moto na cidade.
- Você é da Organização Ranger?
- Sim. Sou um guarda. Aliás, as pesquisas dizem que haverá uma nevasca nas montanhas dentro de duas horas. Você não vai muito longe, vai?
- Eu pretendia ir à Cidade de New Bark.
- Péssima ideia. Esses últimos tempos há muitos registros de avalanches por aqui.
- Não há outro caminho, a não ser dar a volta toda no continente para chegar à cidade de Violet.
- Você é um treinador Pokémon?
- Sou.
- Então você está bem-vindo à minha cabana – interrompeu um voz desconhecida. Era a de um homem gordo e rechonchudo. Devia ser um habitante das montanhas. – Se eu escutei bem – disse saindo de trás de uma árvore – você é meu convidado.
- Senhor, – intrometeu-se o guarda – é melhor que evacue sua casa por alguns dias. Há um alerta de avalanche dentro de algumas horas.
- Não se preocupe, jovem rapaz – replicou o homem rechonchudo. Minha casa fica num abrigo debaixo de uma grande pedra.
- Eu tenho obrigação de verificar isso. Vou com vocês até lá.
Eu nem tive tempo de me apresentar ou perguntar seu nome, ele já foi andando seguido pelo guarda-Ranger e eu fui atrás.
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Re: Steve - Cidade de Blackthorn

Mensagem por SUPER HACHER em Sex Jun 04, 2010 10:24 am

Vocês andaram e chegaram na casa do homem, era na entrada da caverna escura.
Vocês entraram e viram que havia um Zubat dentro da casa devido as proximidades da caverna.
Ele parecia zangado
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Re: Steve - Cidade de Blackthorn

Mensagem por Ghost em Sex Jun 04, 2010 10:40 am

Quando entramos na casa, deparamos com um Zubat. Ele parecia irritado. O montanhês tentou espantá-lo, mas ele não queria sair daquele local aquecido e ir para o frio de congelar os neurônios. Ele continuou lá, sem se mexer.
– Sneasel, vai! – disse o montanhês lançando uma Pokébola, que se abriu e estava vazia. – Merda! Tinha me esquecido que deixei meus Pokémons no centro Pokémon logo há pouco.
– E o meu Pokémon é do tipo lutador. Estamos na desvantagem.
– Eu posso usar um Pokémon meu. Snorunt, vai!
Snorunt saiu da Pokébola alegre, olhou ao redor sem entender o que estava acontecendo, e o Zubat veio em sua direção para lhe dar uma investida.
– Snorunt, Pó de Neve.
Seu ataque fez o Zubat recuar e sacudir a cabeça. De repente, o Zubat soltou um Supersônico que deixou meu Snorunt confuso. Depois ele veio novamente em direção a meu Snorunt. Eu pensei, e falei:
– Snorunt, use Time Duplo!
Ele começou a se multiplicar e a se mover rapidamente, deixando o Zubat sem rumo. Por causa da confusão, Snorunt bateu numa das pernas de uma mesa e caiu. O Zubat voou em sua direção.
– Snorunt, evasiva!
Snorunt pulou e o Zubat freiou logo a ponto de bater na perna da mesa. Snorunt aproveitou da situação e usou o Pó de Gelo sem comando, que acertou o Zubat e o deixou fraco.
– Termine com a investida!
Ele caiu no chão com apoio nas duas pernas, pegou impulso e acertou o Zubat com a investida. O mesmo ficou fora de combate.
– Pronto – disse o montanhês. – Agora basta levá-lo a sua caverna que ele não incomodará mais.
– Não precisa – interrompi rapidamente. – Ele é meu.
Eu joguei uma Pokébola nele...
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Re: Steve - Cidade de Blackthorn

Mensagem por SUPER HACHER em Sex Jun 04, 2010 10:43 am

A pokebola gira e acerta o Zubat em cheio, girando 3 vezes e apagou, significando que você capturo-o.
O montanhês agradeceu você e assim começaram a conversar, porem infelizmente caiu uma avalanche bloqueando a saída da casa, onde vocês ficaram presos.
OFF: Você capturou um Zubat macho. Atualize sua base de dados
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Re: Steve - Cidade de Blackthorn

Mensagem por Ghost em Sex Jun 04, 2010 11:07 am

Yes, um Zubat. Mais um membro na equipe. Mas toda essa alegria foi abafada pelo barulho ensurdecedor da neve. A casa ficou bloqueada. E o guarda-Ranger nem tivera tempo de sair. Ele pegou sua Pokénav e discou um número.
– Alô. Sim, sou eu. É o seguinte, estou preso dentro de uma casa nas montanhas junto a um montanhês e um treinador Pokémon iniciante. Ok. Fico aguardando. Obrigado. – Ele guardou sua Pokénav e continuou –. Alguns Rangers virão nos buscar. Eles estarão aqui daqui a pouco.
Aquiesçamos e ficamos um bom tempo sem dizer nada. Eu tirei minha bolsa das costas, tirei meu mapa da região Johto e comecei a estudá-lo. Depois de uns vinte minutos escutamos vozes vindo de fora.
– Fiquem tranquilos, nossos Pokémons já estão removendo a neve da frente da porta – falou um homem de voz grave.
Pensei no que havia dito o montanhês antes de virmos para cá.
– Afinal, como foi que essa neve veio para aqui? Você não disse que sua casa é protegida por uma rocha?
– Eu não faço a mínima ideia. Nunca havia acontecido antes. Não parece ser um fenômeno da natureza.
Do nada alguém de fora começou a chutar a porta. Em três chutes a porta foi arrombada e um homem alto entrou na casa.
– Tudo bem com vocês? – Perguntou ele –. Não há ninguém ferido?
– Não, está tudo bem – respondeu o guarda-Ranger.
– Como foi que isso aconteceu – perguntou o montanhês?
– Bom, os rastro são de bomba. Parece que alguém explodiu uma bomba em cima da pedra e fez a neve cair. Eu acho que isso é coisa da Team Shadow.
Eu saí da casa. Fora havia um caminhão enorme e um bocado de Pokémons e Rangers. Eu me virei para a casa e o homem grande estava vindo. Eu falei:
– Vocês podem me levar ao centro Pokémon, por favor? Acabei de capturar um Pokémon e tenho que curá-lo.
– Isso não será necessário, há uma máquina de restauração no caminhão.
Eu lhe dei minha Pokébola e ele a pôs na máquina. Depois me devolveu. O montanhês saiu da casa e veio ficar ao meu lado.
– Vocês serão levados a um abrigo Ranger, ok? – Disse o guarda-Ranger.
– Não é necessário, vamos ficar bem – interviu o montanhês.
– Ok. Vamos embora pessoal.
Todos os Rangers se ajuntaram e foram embora. Depois disso eu e o montanhês entramos, ele preparou um delicioso chocolate quente italiano e um ração para meus Pokémons. Ficamos numa cama bem aconchegante.
No outro dia cedo da manhã, eu agradeci ao hospitaleiro montanhês e parti para minha jornada.
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Re: Steve - Cidade de Blackthorn

Mensagem por SUPER HACHER em Sex Jun 04, 2010 11:15 am

Voçê estava andando mais uma vez pelas montanhas e via varios pokemons selvagens quando derrepente voçê ouve uma explosão e ve a neve caindo. Era a Tean Shadow que havia soltado mais uma bomba e depois voçê viu um cara suspeito correndo
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Re: Steve - Cidade de Blackthorn

Mensagem por Ghost em Sex Jun 04, 2010 12:03 pm

Enquanto eu andava pelas montanhas tranquilamente com minha Snorunt e meu Poochyena do meu lado, houve um explosão. Um explosão que causara uma avalanche. O que fazer? Ela me atingiria e me apresentaria à morte em alguns segundos. Decidi me por atrás de uma árvore e esperar para ver o que seria de mim. Quando a avalanche me atingiu, lembro-me apenas de que Snorunt estava do meu lado e Poochyena correu. Correu para longe de mim.
Eu fui carregado pela força da neve e soterrado. Eu não conseguia respirar nem me mover, havia muito peso sobre mim. Esperei a morte, e caí na inconsciência. Senti umas mãos (se assim pode-se dizer) geladas me carregando. Eram muito frias. Não podiam ser mãos de ser humano. Mas na minha situação, não importava o frio.
Quando acordei eu estava deitado na neve, com a cabeça encostada numa pedra. Levou alguns minutos para eu conseguir abrir os olhos. Logo dei de cara com Snorunt. Ela estava olhando para algum lugar, procurando por alguém, acho.
– Snorunt – foi a única coisa que consegui dizer.
Ela olhou para trás, seus olhos se encheram de felicidade e veio para perto de mim. Eu a abracei. Me fez bem vê-la de novo e senti-la nos meus braços.
Lembrei-me do Poochyena. Onde estava?
– Snorunt, você sabe onde está Poochyena?
Ele discordou balançando a cabeça. Eu levantei devagar e me estabilizei. Seguimos andando procurando por Poochyena. Passaram-se 30 minutos e nenhum sinal dele. “Onde está ele?”, me perguntei.
Eu desisti. Não aguentava mais ficar de pé. Encostei-me no tronco de uma árvore e descansei. Não sei por quanto tempo. Sei apenas que me fez bem.
De repente, senti um um focinho encostado em mim, me cheirando. Abri os olhos de susto e deparei com Poochyena na minha frente. Levantei rapidamente e acariciei-o com alegria. Ele, com por sobressalto, saiu de perto de mim, olhou para mim e para Snorunt e começou a correr. Peguei Snorunt nos braços e fui atrás. Ele continuou correndo e eu a segui-lo. Ele parou e ficou olhando para dentro de uma caverna. Quando o alcancei, percebi que havia gente lá dentro.
– Quem está aí dentro, Poochyena?
Ele me olhou e entrou na caverna. Eu a segui. Lá dentro, havia pessoas com uniformes pretos. E estava escrito TEAM SHADOW. Havia umas cinco pessoas conversando.
– Onde soltaremos a próxima bomba? – Perguntou o primeiro.
– Sei não. Quando explodimos a última bomba havia um garoto embaixo. Acho que está morto.
– Ainda bem, – concluiu um terceiro – menos um otário no mundo.
Poochyena rosnou.
– Vocês escutaram um barulho? – perguntou o primeiro.
– Não.
Eu me virei para meus Pokémons e disse:
– É melhor sairmos daqui e irmos buscar reforços.
Quando me virei, chutei uma pedra sem quere, que bateu na parede à minha frente.
– Tem alguém nos espionando – disse um deles.
Eu comecei a correr e os sujeitos vieram atrás de mim.
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Re: Steve - Cidade de Blackthorn

Mensagem por SUPER HACHER em Sex Jun 04, 2010 12:18 pm

O primeiro jogou uma pokebola
- Vai Gloom, use o pó do sono para dete-lo
O pó te atingiu e voçê caiu, junto com seus pokemons.
Quando voçê acordou estava em um lugar estranho amarrado. Parecia um dirigivel.
Chega uma mulher com dois Sbires e ela começa a fazer um interrogatorio:
- Quem é você? O que você estava fazendo la? Por que você estava nos espionando?
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Re: Steve - Cidade de Blackthorn

Mensagem por Ghost em Sab Jun 05, 2010 11:57 am

– Eu não estava espionando, eu estava passando por acaso.
– Para de mentir, garoto – a mulher elevou seu tom de voz –! Você trabalha para a Organização Ranger? Você deve ser um daqueles espiõesinhos de meia tigela. Eles nem conseguem arranjar gente competente.
– Não sei do que você ‘tá falando, eu não sou nenhum Ranger. Eu fui atingido pela avalanche que vocês causaram.
– Como ousa nos acusar? Você tem provas?
– Na verdade, não. Err...
– Você é muito arrogante para o meu gosto. Você vai para base!
– Base?
– Sim, nossa base aqui nas montanhas. Levem-no!
Os dois Sbires me pegaram e me levaram para dentro da base. Era grande, bem escondida e camuflada pela altura onde está localizada. Dentro havia muita gente uniformizada. Levaram-me para um corredor cheio de celas tecnológicas. Um dos Sbires digitou uma senha rapidamente e a porta se abriu. Eles me jogaram lá dentro.
– Ah, já ia me esquecendo – disse um dos Sbires.
Ele entrou e tomou minha bolsa.
– Você tem Pokémons? Se tiver passa p’ra cá.
Eu, por instinto, coloquei a mão no cinto onde estão minhas Pokébolas e joguei uma delas para dentro da minha bermuda, na minha cueca.
– Passa logo!
Eu lhe dei minhas duas outras Pokébolas. Eles se viraram e se foram.
“O que eu faço agora?”, pensei. “Não posso fazer nada. O que tiver de ser será”.
Eu fiquei umas duas horas na cela pensando no que aconteceria comigo. De repente, um gancho em cruz prendeu na grade da janela. Havia uma corda amarrada nele. Eu fui até lá e vi o montanhês subindo na corda. Quando ele chegou perto de mim, ele falou:
– É a prática de escalar montanhas – disse ele com aquele sorriso amigável de sempre –. Tome isso, – ele me estendeu uma chave de fenda – é para você fugir da cela.
– Mas tem muita gente aqui.
– Você deve se virar para chegar até a sala de controle. Não tem ninguém lá, essa é a hora do almoço deles. Suas coisas estão lá. Você deve acessar no computador deles e trancar todas as portas, deixe apenas a principal aberta. Depois te vira pra fugir.
– Pode deixar, meu negócio é computador.
– Tem Pokémons aí com você?
– Tenho um, que escondi na cueca.
– Garoto esperto. Olha, Louck e eu estaremos no andar de baixo para te ajudar, ele está lotado de gente, ok?
– Ok, mas quem é Louck?
– Vai logo, depois a gente se atualiza.
Aquiescei e fui em direção às teclas. Havia uma abertura. Eu enfiei a chave de fenda na abertura e a porta se abriu. O corredor estava vazio. Eu continuei andando. Quando cheguei na esquina, vi um Sbire fazendo os cem passos. Peguei a Pokébola da cueca, me atirei no corredor e a joguei.
– Vai!
O Zubat saiu. O Pokémon que eu queria.
– Agora, Supersônico.
O cara ficou confuso.
– Zubat, vá na frente.

Passamos por mais alguns corredores, deixamos mais alguns Sbires confusos e chegamos a uma sala com a mesma abertura da outra. Tinha uma porta de metal. Eu enfiei chave de fenda e a porta se abriu. Logo quando entrei ela se fechou.
Era enorme. Esplêndida, colossal. Havia um computador enorme, cheio de funções. Logo acima havia um relógio. Em meia hora, quem usa esta sala estaria de volta.
Analisei o computador, seu teclado. Depois de um tempo consegui acessar o PC principal. Fui em “Close Doors” e clique em “OK”. Houve um sinal de alarme o uma câmera mostrou as portas fechadas. Ninguém mais podia sair do cômodo onde estava. Depois selecionei a opção de deixar a porta principal aberta e o caminho até ela também.
Achei minha bolsa em cima de uma mesa, pus minhas Pokébolas no lugar, a bolsa nas costas e corri em direção à saída.
Algumas pessoa, que estavam no andar de baixo começaram a correr para vir onde eu estava e outras gritaram. Devia ser por causa do montanhês e o tal Louck que entraram. De repente chegou uma multidão de Sbires correndo em minha direção.
– Zubar, supersônico! Snorunt, – disse jogando a Pokébola – use Pó de Gelo no chão.
Esse ataque congelou o chão. As pessoas caíram confusas no chão e eu passei por cima delas.
Quando cheguei no primeiro andar, todo mundo já estava nocauteado e o montanhês e Louck, que era afinal o Ranger que me seguira no dia em que saí de casa, em pé.
– Vamos – gritou Louck!
Nós três corremos por um bom tempo. Chegamos na casa do montanhês, que tinha sido reforçada para sua proteção e entramos...
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Re: Steve - Cidade de Blackthorn

Mensagem por SUPER HACHER em Sab Jun 05, 2010 12:25 pm

Ja era tarde e vocês foram dormir. No dia sequinte, você registra o numero do montanhes e do Louck e volta a ir a cidade New Bark.
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Re: Steve - Cidade de Blackthorn

Mensagem por Ghost em Sab Jun 05, 2010 12:47 pm

Quando saí da casa do montanhês percebi que eu estava feliz. Feliz por ter conhecido dois amigos, feliz por ter capturado o Zubat, feliz pela adrenalina do dia anterior e também pelo dia de hoje que estava ensolarado. “Que vida maravilhosa a minha!”, pensei.
Continuei me afastando da casa indo ao leste, com meus três Pokémons na cintura. A paisagem era tranquila, calma. Havia muitos pinheiros, espalhados simetricamente na paisagem. Às vezes se via um Hoothoot com seu filhote, Pocchyenas também.
Eu andei mais alguns quilômetros até chegar a uma lagoa. Havia pedras em sua volta, de todos os tamanhos. Quando cheguei mais perto vi um garoto da minha idade tomando banho no rio de cueca. Ele estava relaxando, e logo a seu lado um Psyduck boiando de costas.
Aproximei-me da orla do lago, deixei minha bolsa no chão, tirei minhas roupas (fiquei de cueca) e soltei meus três Pokémons. Entramos no lago cuidadosamente para a água não nos congelar e nos surpreendemos: ela era quente.
Snorunt começou a pular de felicidade sacudindo os braços para lá e para cá. O garoto, que estava meditando na água assustou-se e se ergueu.
– Desculpe te atrapalhar, – eu disse meio envergonhado – eu só queria aproveitar da água límpida.
– Não tem problema, eu só pensei que estava sozinho. Você só me assustou.
– Foi mal. Aliás, você sabe por que a água é tão quente mesmo aqui?
– Esta lagoa é o encontro de um rio que vem de dentro da montanha. Ela já foi um vulcão, mas uma de suas erupções fracas a tapou. Ela nunca mais entrou em erupção depois disso. A água é aquecida por ela.
– Uau!
– O que você faz aqui?
– Vou para a cidade de New Bark.
– Vai ver o professor?
– Sim, mas principalmente vou enfrentar o primeiro ginásio em Violet.
– Sério? Boa sorte então. Olha, eu já vou indo. Quer uma dica? Ande mais uns dois quilômetros ao leste que você encontrará um acampamento baratinho para passar a noite. Lá é cheio de treinadores como você. A cidade de New Bark fica a uns dez quilômetros do acampamento. Boa sorte.
– Obrigado. Não quer me passar o seu número?
– Claro. Eu sou George e aqui está meu número – disse estendendo um papelzinho.
– Eu sou Ioane. Tome aqui o meu – fiz o mesmo que ele.
Despedimos-nos e eu continuei minha jornada em rumo ao acampamento.
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Re: Steve - Cidade de Blackthorn

Mensagem por SUPER HACHER em Sab Jun 05, 2010 12:52 pm

Chegando no acampamento, você viu os preços

50 Cabana simples (sem aquecedor) LOTADO
100 Cabana Aquecida LOTADO
120 Cabana na Montanha 1 Unidade
150 Cabana VIP 1 Unidade

A cabana na Montanha ficava dentro da montanha, onde era mais quente e a cabana VIP tinha Banheira com aqua quente e camas para 3 pokemons.
Então você...
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Re: Steve - Cidade de Blackthorn

Mensagem por Ghost em Sab Jun 05, 2010 12:55 pm

Quando cheguei ao acampamento, fui na recepção e perguntei à recepcionista quais eram os preços. Impressionado com o tamanho deles, fiquei decepcionado. “Merda, eu saí com pouco dinheiro. Eu terei de acampar na mata, mesmo sem segurança alguma. Não vejo outra possibilidade.”
Saí do acampamento e olhei ao meu redor os treinadores e seus Pokémons, felizes por terem um lugar aconchegante e com alimentos para poder repousar. Com certeza treinadores mais experientes do que eu. Ou de melhores condição econômicas, quem sabe. Quando ia me direcionando à saída uma mão pequena e macia pousou no meu ombro. Virei-me e dei de cara com uma jovem moça me encarando.
– Você está precisando de ajudar para pagar um lote?
– Não, imagina – disse sem graça –. Eu só vim dar uma olhada nos preços.
Ela pareceu saber que eu não dizia a verdade.
– Que pena! – Ela fez uma expressão de decepcionada – eu e meu namorado estamos procurando alguém para “rachar uma barraca”.
– Bom, p’ra falar a verdade, eu também.
– Que legal! O problema é que não tenho barraca.
– A minha tem lugar p’ra três pessoas.
– Perfeito – ela abriu um sorriso enorme –! Então vamos fazer assim: nós pagamos, já que você vai emprestar a barraca.
– Eu gostaria de ajudar um pouco.
– Não! Nem pensar! Sabe quem eu sou?
– Errr – gaguejei –, acho que você parece com a mulher do dono da empresa de Pokétchs.
– É isso mesmo. Porém meu marido não quer ficar numa barraca VIP, ele prefere ficar com os treinadores de classe média. Mas nós não temos barraca. Então vamos dividir uma barraca para os três, certo?
– Só tem um problema: eu acho que a classe cabana simples está lotada.
– Sério? Quem bom, vou poder ficar na VIP.
Abaixei a cabeça e pensei no que poderia fazer.
– Olha, vem comigo. Você pode ficar conosco na VIP. Talvez um dia você possa retribuir.
– Obrigado! Um dia eu retribuirei.
Fomos caminhando e encontramos com o seu marido...
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Re: Steve - Cidade de Blackthorn

Mensagem por SUPER HACHER em Sab Jun 05, 2010 12:57 pm

Vocês explicaram a situação para ele e ele compreendeu.
A area da cabana VIP ficava pertinho da recepção, e so podia entrar pela recepção. La tinha uma casinha onde ficava os banheiros e a banheira. Vocês montaram a barraca na area demarcada. Após isso, vocês ficaram conversando.
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Re: Steve - Cidade de Blackthorn

Mensagem por Ghost em Sab Jun 05, 2010 1:04 pm

O presidente da Associação Pokétch era um homem gordo, rechonchudo, rosto angelical. Ele era simpático e muito comilão.
Nós passamos pela recepção e a recepcionista ficou me encarando. Dirigimos-nos a uma grande barraca completa. Havia jacúzi, um salão e três camas.
– Que pena que não pudemos ficar numa barraca simples – o presidente parecia mesmo arrependido –. A essa hora deve haver uma dezena de treinadores Pokémons duelando e se testando em batalhas. Como eu queria assistir a isso e relembrar dos meus tempos de jovem.
– Pelo menos aqui nós desfrutamos de uma situação bem melhor – disse sua mulher feliz, preparando o jacúzi.
Eu fiquei calado, não ia me intrometer. Eu não podia reclamar, eu estaria usufruindo de muitas coisas que não estaria se não estivesse aqui. E pensando bem meus Pokémons teriam muito mais conforto aqui. Decidi dar um banho neles.
– Licença. – Saí meio envergonhado e entrei no banheiro.
Preparei a banheira com água fria, pus sabão na água e tirei meus Pokémons das Pokébolas. Mergulhei o Snorunt, que era o único que queria tomar banho frio.
Ensaboei-o, limpei-o e acariciei-o. Depois eu ativei o aquecedor de água (uma máquina que esquenta a água, feita para diminuir o desperdício), tirei o Snorunt, sequei-o e coloquei meus dois outros Pokémons na banheira.
Fiz a mesma coisa com eles. Eles brincavam, usufruíam do conforto. Fiquei feliz em ver que meus três amigos estavam felizes. Me deu vontade de entrar na banheira pequena para brincar com eles.
Tirei os dois Pokémons d'água e sequei-os. Eu não sabia se seria incômodo ficar com meus Pokémons fora das Pokébolas para o presidente e sua mulher. Saí do banheiro de mansinho, meus três Pokémons atrás. O presidente que estava sentado numa poltrona fumando um cachimbo virou-se e exclamou:
– Que legal! Não sabia que você tem Pokémons. Eles são tão fofinhos.
Me aproximei dele e ele pegou os três Pokémons no colo e começou a brincar com eles.
– Eles são maravilhosos, limpos e educados. Parabéns, dá p'ra ver que você é um ótimo criador de Pokémons.
Eu apenas retribuí com um sorriso, mas para ele foi o bastante. Agora eu me sentia mais relaxado. Nesse momento sua esposa saiu do banheiro com sua toalha amarrado em volta do tronco.
– Que lindo são seus Pokémons! – Ela correu, sentou-se do lado do marido e o imitou. – Querido, – ela dirigiu-se a mim – vá tomar um banho. Sua toalha é a vermelha.
– Ok.
Fui para o banheiro e tomei meu banho. Eles pareciam gostar muito de Pokémons, agora entendo por que o presidente queria ficar com a “fula”. “Eles não devem ter muito contato com os Pokémons”, pensei. “Eles são pessoas que vivem trabalhando duro”.
Depois do banho fui recepcionado com um belo banquete completo. Me deliciei junto a meus Pokémons que também foram convidados a se sentar à mesa. Depois do jantar dormimos em camas aconchegantes e fomos servidos de um belo café da manhã no outro dia.
Depois de comer, agradeci de coração pela hospedagem deles. Meus Pokémons fizeram o mesmo: eles não falaram, mas dava para ver pelo olhar deles. Troquei números de Pokénav e segui em frente para New Bark, que estava a poucos quilômetros.
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Re: Steve - Cidade de Blackthorn

Mensagem por SUPER HACHER em Sab Jun 05, 2010 1:07 pm

Apos andar uns dois quilômetros, havia uma placa.
Você esta entrando na rota 29

New Bark Town(3 Quilômetros a Oeste) - Cherrygrove City(4 Quilômetros a leste)

Logo após, você ve uma casinha, mas era só uma casa de transação(De um lado a rota 42 do outro a rota 29)Você se anima e seque em direção a cidade New Bark.
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Re: Steve - Cidade de Blackthorn

Mensagem por Ghost em Sab Jun 05, 2010 1:09 pm

Caminhei durante 32 minutos e cheguei numa placa enorme onde estava escrito “Bem-vindo à cidade de New Bark” e embaixo estava escrito em negrito “Pegue aqui seu primeiro Pokémon!”.
A cidade era pequena, excepcional por não haver carros. As casas eram todas miúdas cheias de objetos ornamentais. Outro fato é que não havia calçamento, era apenas grama e areia. Também não havia centro Pokémon, provavelmente pelo fato de ter uma máquina de restauração no laboratório do professor Elm. O grande (em relação aos outros imóveis da cidade) laboratório do professor era provavelmente a coisa mais atrativa da cidade. Era realmente uma cidade pacata.
Enquanto me dirigia ao laboratório, um homem me parou e começou a falar.
– Você aí, jovem treinador Pokémon, eu sei do que precisa. Com certeza você está chegando de uma viajem longa e quer um local calmo e aconchegante, sofisticado para seus Pokémons. Eu tenho um lugar apropriado para você, e bem bara...
– Desculpa – interrompi –. Não pretendo ficar por aqui. Vim apenas fazer uma visita ao professor Elm e hoje mesmo vou a Cherrygrove.
– Caro amigo, eu sei que você prefere um lugar onde há festas e diversão, é totalmente natural para alguém da sua idade. Mas neste hotel..
– Olha, eu estou de saída hoje mesmo e de qualquer forma não tenho dinheiro, ok?
O negociante fez uma expressão facial emburrada e se afastou.
Quando cheguei ao laboratório a porta se abriu automaticamente. Era apenas uma sala pequena onde havia uma máquina de regeneração, um balcão e atrás dele uma porta. Havia uma recepcionista que mexia num computador. Ela levantou a cabeça quando entrei e falou:
– Bem-vindo ao laboratório Pokémon da cidade de New Bark. A máquina de regeneração está à disposição de todos. Basta por suas Pokébolas nos lugares e clicar no botão vermelho.
– Eu não quero restaurar meus Pokémons, eu gostaria de...
– Desculpe – interrompeu ela –, o jardim do professor Elm está em manutenção.
– Eu QUERO falar com o professor – não me contive, já irritado pela impaciência do povo daqui!
– Desculpe-me – ela pareceu sincera –, não queria aborrecê-lo. Qual é seu nome?
– Ioane.
– Um minutinho só, ok?
Ela pegou o telefone e discou. Conversou por um tempo e tirou o telefone da orelha.
– Ele disse que não se lembra de você.
– Ah, é claro. Esqueci de especificar que sou filho de Mark Denver.
Ela lhe disse o que eu lhe dissera e desligou o telefone.
– Por favor, siga-me.
Ela abriu a porta de trás do balcão e eu a segui. Entramos no "real" laboratório do professor. Era organizado, acima de tudo sofisticado. Havia muitas máquinas que eu nunca vira ou ouvira falar. Máquinas que nem em sonhos você pode imaginar. Máquinas titanescas, que davam até medo de chegar perto. E os cientista todos uniformizados, a maioria de óculos. Todos muitos sérios mas também muito amigáveis e sensatos. Era realmente algo maravilhoso de se ver, havia um explendor em tudo.
Atravessamos pelo laboratório e chegamos a outra porta com uma faixa escrita: “Não hesitem em entrar”. Devia ser o escritório do professor. A recepcionista abriu-me a porta e me fez sinal para passar. Ela deu meia-volta e voltou à recepção. Eu entrei.
Era um sala de ofício como a de qualquer outro, porém bem mais animada e cheia de ornamentos. Havia uma prateleira enorme abarrotada de troféus e medalhas. Havia também uma escrivaninha cheia de papéis onde havia um computador de mesa. E também uma janela de vidro que direcionava ao jardim onde estavam diversas espécies de Pokémons. Um espécime mais bonito que o outro. E enfim, sentado à sua cadeira, estava o professor Elm, folheando alguns papéis.
– Olá! – Ele abriu um sorriso – Vejo que cresceu muito.
– O senhor já me conhecera?
– Que besteira. Não me chame de senhor, me chame de “você”, ok?
– Ok.
– Respondendo à sua pergunta, sim, eu já tivera a oportunidade de te conhecer. Mas você ainda era um bebê. Tinha acabado de fazer seu segundo ano, acho. Foi, se não me engano, no Réveillon de noventa e sete.
– Eu não sabia disso.
– Sei pai nunca lhe contara?
– Não.
– Que pena. Seu pai vive muito ocupado esses últimos tempos. Na verdade, desde que você nasceu. Ele tem dado o seu máximo para garantir a você e a sua mãe uma vida confortável. Seu pai é realmente um homem excepcional.
“Eu ainda mantenho contato com ele. Só por e-mail. Mas ainda pretendo passar um natal com vocês, lá.”
O que ele falou me comovera. Eu nunca tinha pensado dessa forma. Mas era verdade. Meu pai me tinha educado de maneira correta, nunca me faltara nada. Vendo que eu não respondi, ele continuou:
– Vejo então que você agora tem seus próprios Pokémons. Parabéns.
– Obrigado.
– Então, quais são seus planos?
– Bom, meus planos eram passar aqui para te visitar e conhecer um pouco do seu trabalho e depois ir a Cherrygrove com rumo a Violet para tentar adquirir minha primeira insígnia.
– Bons planos – disse ele sempre sorridente. – Vamos lá – ele se levantou –. Vou te mostrar minhas máquinas, minhas pesquisas, minhas teorias, meus pensamentos, te apresentar a meus funcionários e ajudantes e te mostrar meu jardim magnífico. Ah, tem um livro que eu quero te dar. Seu pai me emprestou há anos e eu acho que pode te interessar.
Nós saímos da sala e ele me mostrou um pouco de sua vida.
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Re: Steve - Cidade de Blackthorn

Mensagem por SUPER HACHER em Sab Jun 05, 2010 1:10 pm

O professor começa a contar sobre o que ele fazia:
- Como você deve saber, eu sou especialista em evoluçoes pokemon, assim como o professor Carvalho é expecialista em especies e assim vai.
- Você gosta do que faz? E o que exatamente você faz?
- Ja sei, porque você nao passa um dia com a gente, assim você descobre exatamente sobre isso. Eu insisto, e amanha você parte para a cidade Cherrygrove, que fica a umas 16 horas daqui, você sai de manha e você chega la umas 20 horas. O que acha?
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Re: Steve - Cidade de Blackthorn

Mensagem por Ghost em Dom Jun 06, 2010 9:42 am

– Obrigado, professor, mas não quero incomodar.
– Para com isso, Steve. Não será nenhum incômodo. Pelo contrário, será um prazer tê-lo aqui para me fazer companhia e para trocarmos conhecimentos.
– Tá bom. Mas amanhã vou. Estou ansioso em lutar com Falkner.
– Claro. Lembro-me de quando era jovem. Precisei de três tentativas para vencer o líder do primeiro ginásio – disse ele sorrindo como se lembrando-se de algo alheio. – Siga-me. Te levarei ao seu quarto.
Andamos até chegar ao quarto de hóspedes. Era enorme e luxuoso. Havia até um jacúzi. Todos os móveis eram tão limpos e reluzentes que pareciam novos. Tão lindo e organizado era o quarto que nem dava vontade de usá-lo, de bagunçar e tirar aquela aparência divina.
– Sugiro que tome um banho. Quando relaxar, venha falar comigo em meu escritório.
Foi o que fiz. Banhei meus Pokémons, tomei meu banho e me vesti. Havia em uma mesa de madeira, um pote de vidro grosso cheio de Pokéblocos. Dei dois a cada Pokémon. Logo ao lado, havia itens e acessórios para Pokémons. Deu-me vontade de pô-los nos meus.
Pus um lacinho vermelho na cabeça da Snorunt, um chapéu multicolor no Zubat e quatro botinhas (ou pantufas) azuis no Poochyena. Depois de arrumá-los saí e fui ao encontro do professor com o Poochyena e a Snorunt correndo um atrás do outro e o Zubat atacando-os por cima.
O professor continuava a trabalhar mexendo em seus papéis desorganizados quando entrei.
– Oh, Steve. Vi que gostou dos acessórios Pokémon.
– Foram eles que gostaram principalmente. Eles estão superalegres.
– Deu p'ra ver. Adoro este energia contagiante. Vamos, vou te mostrar meu trabalho.
O professor me mostrou suas maquetes, me ensinou o funcionamento de suas máquinas, me mostrou seu jardim Pokémon e me ensinou suas teorias e práticas. Depois, tivemos um grande jantar.
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Re: Steve - Cidade de Blackthorn

Mensagem por SUPER HACHER em Dom Jun 06, 2010 8:04 pm

Depois de jantar, você foi dormir. No dia seguinte, você continua sua jornada
- Tchau professor, muito obrigado
- Ha antes que eu me esqueça, tome meu numero.
Vocês trocaram numero.
- Boa viagem
- Obrigado professor.
Você continuou sua jornada
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Re: Steve - Cidade de Blackthorn

Mensagem por Ghost em Sab Jun 12, 2010 1:19 pm

E lá estava eu, novamente lançado numa aventura em rumo à cidade de Cherrygrove. Eu andei durante horas até encontrar um vale. Sentei-me aos pés de uma árvore e soltei meus três Pokémons. “Estamos na metade do caminho”, disse a eles.
O sol de meio-dia cintilava numa ardência de doer a pele. Estava muito quente. Aproveitei a sombra da grande árvore para fazer um lanchinho. Eu sempre carregava suprimentos na mochila e reabastecia-a quando chegava numa cidade. Meus três parceiros de viagem comiam tranquilamente. Eu os observava. “Como deram um boom, meus Pokémons”.
Depois de um tempo arrumei minhas coisas e me levantei. Quando peguei as Pokébolas para pô-los novamente no seu canto quente e aconchegante, eles não quiseram.
Querem ficar fora das Pokébolas?
A Snorunt e o Poochyena aquiesceram, porém o Zubat não gostava muito do calor.
Peguei então minha mochila, tirei de dentro um boné e pus-o na cabeça. Mandei o Zubat a sua Pokébola e seguimos viagem. Depois de uns vinte minutos Snorunt estava suando demais. Ela não reagira bem ao calor. Pus-a na Pokébola e segui viagem com Poochyena.
Algumas horas depois chegamos a Cherrygrove. Uma cidade simples, cheia de casas cuja maioria antiquadas e alguns comércios nos acolheu. Chegamos lá às 6:30 hs, antes do que eu esperava. Ficamos numa pensão baratinha num quarto pequeno. Almoçamos numa lanchonete e aproveitei que havia uma máquina de dinheiro para tirar um pouco. Meu pai depositara dinheiro na minha conta. Sendo assim, não haveria problemas de grana. Deixei separado o dinheiro da jornada que eu adquirira e o que meu pai mandava que seria apenas para comida e alojamento.
Chegando no quarto, deu comida a meus Pokémons e deixei-os soltos. Eles queriam dormir livre pelo quarto, já que havia alguns tapetes de pele de animais selvagens para eles. O Zubat dormiu no banheiro que era escuro, pendurado na barra da cortina do chuveiro.
Mandei um e-mail a meu pai agradecendo e contando minha jornada e minha estadia com o prof° Elm. Depois disso fui dormir para seguir em frente no dia seguinte.
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Re: Steve - Cidade de Blackthorn

Mensagem por SUPER HACHER em Dom Jun 13, 2010 8:17 pm

No dia seguinte, você estava saindo da pensão e econtrou um homem
- Ei você é um treinador? - disse o garoto
- Sou sim
- Meu nome é Raul. Vamos batalhar?
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Re: Steve - Cidade de Blackthorn

Mensagem por Ghost em Sex Jun 18, 2010 7:07 am

Legal, uma batalha Pokémon. Perfeito para treinar minhas habilidades de batalha antes de enfrentar Falkner. Esse tal Raul parecia confiante. Combinamos dois Pokémons para cada treinador. Um garoto de óculos de grau e roupas curtas se ofereceu a juiz. Como dizia meu pai em francês, “On est jamais trop aidé”ou “Nós nunca temos ajuda demais”. Então que comece a batalha.
– Gulpin, escolho você!
– Poochyena, é com você!
Os dois Pokémons se encararam à espera da primeira ordem de seu treinador para o início da batalha. Quando tudo estava certo, o juiz gritou um “Comecem!” alto que atraiu pessoas interessadas na batalha.
– Pancada, Gulpin!
– Poochyena, esquive e usa a Investida.
Meu Poochyena, mais rápido por natureza, desviou facilmente e lhe acerto o ataque. Gulpin caiu e se levantou em seguinte.
– Gulpin, use o Bocejo.
Gulpin bocejou e deixou o Poochyena sonolento.
– Poochyena, tente lutar contra a sonolência. Aguente firme.
Fiquei pensando num jeito de ganhar a batalha, mas eu precisava fazer rápido, antes que meu Poochyena dormisse.
– Gostou do truque? Seu Poochyena não resistirá por muito tempo. Gulpin, ataque-o com Pancada novamente.
Olhei rapidamente ao meu redor e vi que havia muita gente olhando. “Não posso perder na frente de todo mundo.”.“Já sei!”.
Quando o Gulpin chegou bem perto, falei:
– Poochyena, use o Ataque de Areia.
– Ele abriu os olhos semicerrados e soltou um jato de areia na cara do Gulpin que por sua vez perdeu precisão. De repente Poochyena se encolheu e começou a dormir. Gulpin aproveitou e o atacou. Ele continuou atacando e meu Pokémon não queria acordar. Quando ele acordou, deu automaticamente uma Investida no Gulpin que contra-atacou com um Pancada. Meu Poochyena ficou fora de combate. Pus o na Pokébola e mandei meu Snorunt.
– Vamos lá, Snorunt. Vai ser um bom treino lutar. Use o Pó de Gelo!
O Gulpin caiu para trás e levantou.
– Use o Bocejo novamente, Gulpin.
– Snorunt, fuja p'ra longe dele. Agora, use o Vento Gelado
O Gulpin não aguentou o ataque e caiu novamente, porém K.O.
– Eu ainda tenho outro Pokémon – disse Raul. – Turtwig, escolho você!
Turtwig parou na frente da Snorunt e esperou. Raul continuou:
– Turtwig, use Folhas Navalha.
O ataque acertou e não fez muito efeito.
– Snorunt, use o Vento Gelado com potência máxima!
Snorunt começou a correr em direção ao Turtwig e soltou seu ataque. Turtwig em desvantagem sofreu muitos danos e ficou caído.
– Termine com uma Investida.
Este golpe o Turtwig não aguentou. Ele caiu K.O.
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