Steve - Cidade de Blackthorn

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Re: Steve - Cidade de Blackthorn

Mensagem por Ghost em Ter Fev 01, 2011 12:30 pm

– Yann? – perguntei eu estupefato.
– Sim. Qual é o problema?
– Nenhum. É que ouvi falar muito de você, lá em Azalea.
– Ah. Faz três dias que saí de lá depois de ter derrotado Bugsy, e fiquei perdido aqui.
– Nossa, que aventura.
– Você nem imagina. Ainda bem que eu sempre tenho provisões na minha mochila.
– É sempre bom estar precavido. Bom, vamos sair daqui. Depois quero ter a honra de batalhar com você.
– Claro.
Andei o caminho de volta até chegarmos à trilha principal. Seus olhos brilharam ao poder se localizar novamente.
– Que ótimo – disse ele. – Agora posso ir à Goldenrod enfrentar Whitney. Você também está indo para lá?
– Sim. Também derrotei Bugsy.
– Que ótimo. Vejo que nossa batalha será interessante.
– Espero.
Continuamos andando e conversando, indo em direção a Goldenrod. Às vezes cruzávamos com pessoas indo no sentido contrário, e perguntávamos se estávamos no caminho certo.
Ficamos conversando sobre Pokémons e pedras evolutivas. Em algum momento eu disse que eu gostaria muito de encontrar uma pedra do amanhecer.
– Interessante – disse ele com um olhar sagaz. – Você acabou de me dar informações para a batalha. Ficou claro que você tem uma Snorunt ou um Kirlia.
– A próxima vez vou pensar duas vezes antes de abrir a boca – eu disse sorrindo.

Caminhamos por um tempão até o sol estar acima das nossas cabeças, e então paramos para comer.


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Re: Steve - Cidade de Blackthorn

Mensagem por SUPER HACHER em Ter Fev 01, 2011 5:25 pm

Vocês pararam para comer, porem veio um Ledyba e roubou a comida. Ele não parecia ser de treinador.
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Re: Steve - Cidade de Blackthorn

Mensagem por Ghost em Qui Fev 10, 2011 6:37 pm

Recapitulando: estávamos parados, sentados sob uma árvore e ao destampar as vasilhas com a comida, um Ledyba veio voando e carregou a vasilha com frango grelhado. Foi isso mesmo? Ah!, agora lembro. Vou continuar a citação.
Então, o Ledyba ladrão começou a se afastar de nós. Levantamos e começamos a persegui-lo mas mesmo com suas asinhas de joaninha, ele pegava distância a cada segundo. Por mero reflexo de treinador, simultaneamente, soltamos cada um um Pokémon.
– Vai, Gligar!
– Vai, Zubat!
Nossos Pokémons puseram-se a perseguir o Ledyba, mas ele tinha a vantagem de conhecer a área. O sagaz espécime adentrou na floresta saindo do caminho principal. Paramos para respirar, ofegando, enquanto nossos Pokémons continuavam a perseguição.
– Não adianta – eu disse ofegante. – Ele é mais rápido e conhece de cor a floresta.
– É verdade. Vamos chamar nossos Pokémons de volta.
Foi o que fizemos. Nossos Pokémons voltaram.
– Bom trabalho, Gligar e Zubat – elogiou Yann. – Ele é esperto. Vocês não podem com ele aqui em seu território. É uma pena, pois aquela frango 'tava com uma cara maravilhosa.
– Nós vamos pegar aquele Ledyba – afirmei confiante. – Vamos fazer uma emboscada.
– Eu não sei se ele vai voltar depois de o termos perseguido.
– É simples. Vamos fingir que estamos dormindo e quando ele vier, soltamos os cachorros para cima dele.
– Cachorros?
– Esquece. É só uma metáfora – completei.
– Ah!, tá. Mas para quê nós vamos pegá-lo. Ele deve estar comendo o grelhado nesse momento.
– Só pelo prazer. Vamos testar nossas habilidades. Será um ótimo desafio.
– Então 'tá bom.
Guardamos nossos Pokémons em suas Pokébolas e encostamos numa árvore. Armamos o piquenique novamente e fingimos dormir. Dessa vez, amarramos sinos nos recipientes, assim quando o ladrão chegasse seríamos alertados.

Alguns minutos depois, ouvimos o sino tocar. O Ledyba estava tentando roubar a cesta com pão caseiro e queijo.
– Mightyena, Snorunt e Zubat, vão!
– Gligar, Scyther e Eevee, é com vocês!
Nossos Pokémons encurralaram o Pokémon ladrão. De repente, ele fez uma carinha de choro e começou a gritar. Foi quando, instantaneamente, aproximadamente três dezenas de Ledybas e Ledians surgiram de entre as árvores e investiram em nós.
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Re: Steve - Cidade de Blackthorn

Mensagem por SUPER HACHER em Qui Fev 10, 2011 7:07 pm

Vocês fugiram e fugiram e logo eles sumiram. Tentaram sair logo da região, mas logo foram surpreendidos por mais. Eles tinham ido chamar os amigos...
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Re: Steve - Cidade de Blackthorn

Mensagem por Ghost em Sex Mar 04, 2011 4:43 am

O que fazer numa situação como essa? Correr! Os Pokémons selvagens estavam atrás de nós. Alguns pararam para recolher o alimento que deixamos para trás e outros continuavam investindo sobre nós. Pokémons Inseto/Voadores, pensei. Já sei! Parei de correr e me virei para o enxame. Meu Pokémons também pararam.
– Snorunt, use o vento gelado!
Ele obedeceu. Pegou fôlego, pulou e soltou seu ataque. Os perseguidores ficaram abalados mas logo voltaram a correr, mas enraivecidos ainda.
– Plano “b” – falei.
– E qual é o plano “b”? – perguntou Yann.
– Corre!
Voltamos a correr. Os Pokémons insetos se separam para provavelmente nos rodear. Continuamos a correr o mais rápido possível até adentrarmos na floresta novamente. Fizemos isso porque avistamos um chalé, e pretendíamos entrar para nos proteger. Ao chegarmos lá – os Pokémons a alguns metros da gente, se preparando para o lanchinho – a porta estava trancada.
– Merda – eu disse. Terminar minha jornada num conflito contra Ledians e Ledybas famintos. Não era isso que eu tinha em mente.
– Agora é tarde.
Nos encolhemos, protegendo a cabeça até que o zunido de seu voo ficou muito próximo. Espiei por cima do braça e os vi a cinquenta centímetros da gente. Fechei os olhos. “Flurrrrrrrrrrrr!” (essa é uma tentativa de imitação de uma rajada de fogo). O calor nos invadiu. Levantamo-nos para saber o que acabara de acontecer e deparamos com Lance (o treinador de dragões da Elite dos Quatro) e seu Dragonite ao lado. O enxame estava fugindo de medo depois daquele ataque poderoso.
– Esses Ledybas são realmente problemáticos, não é? – perguntou ele.
Não respondemos de imediato. Aquele cara era um anjo. Ele chegou no momento certo para nos salvar. O que teria sido de nós se ele não tivesse aparecido. Filnamente respondemos:
– Eles roubaram nossa comida e nos perseguiram – eu falei, sem ter respondido sua pergunta explicitamente.
– Obrigado, Lance – agradeceu Yann.
– É – eu completei –, obrigado mesmo.
– Não há de quê. Eu estava lendo e houvi algum bater na porta, então vim ver o que era. Não é a primeira vez que ajudo pessoas com problemas com esses encrenqueiros. Bom, se me dão licença, tenho um livro para terminar.
Ele entrou na cabana de madeira. Nos repusemos e voltamos a ir em direção a Goldenrod pela trilha principal.
– Aquele era mesmo Lance? – perguntei idiotamente, sabendo a resposta.
– Em carne e osso. Ele é muito legal.
– É. Eu sou um grande fã dele.
– Então somos dois.
Tivemos de andar por duas horas antes de chegar ao fim da floresta. Havia uma placa “Bem-vindo a Goldenrod”. Foi muito bom chegar em solo civilizado, sem Pokémons malucos atrás da gente. Eu sabia que qualquer dia desses ia me lembrar da história e rir, mas não pude deixar de sentir alívio assim mesmo.
Já era noite. Tratamos de encontrar uma lanchonete para comermos e um camping para dormirmos.
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Re: Steve - Cidade de Blackthorn

Mensagem por SUPER HACHER em Ter Mar 22, 2011 9:55 pm

Na lanchonete, você ve um cartaz:
"Atenção treinadores, amanhã, as nove da manhã compareçam ao estadio goldenrod para uma competição para disputar um maravilhoso pokemon shiny.
Vencedor tem direito a escolher qualquer pedra de evolução que exista. Inscrições até HOJE.
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Re: Steve - Cidade de Blackthorn

Mensagem por Ghost em Sex Mar 25, 2011 11:14 am

Mesmo contemplando um grande cheeseburguer em meu prato, que me dava água na boca, não pude deixar de reparar no cartaz. Nele dizia que no ginásio de Goldenrod, no dia seguinte, haveria uma competição cujo prêmio era um Pokémon shiny e uma pedra evolutiva, de escolha do vencedor. E as inscrições iam só até aquele dia. Que tal um belo de um desafio com a remuneração de dois prêmios maravilhosos?, propus a mim mesmo. Não posso perder isso.
Tratei de terminar rapidamente meu sanduíche e de tomar minha coca fresh, para ir ler o cartaz de perto. Bem no fim dizia “Inscrições no centro comercial”.
– Yann, chega mais.
Ele veio até mim e leu o cartaz.
– Parece ótimo. Mas não tenho certeza se você vai gostar de me ter como adversário – brincou ele.
– Saber disso só me motiva mais a participar – repliquei.
– Então está ótimo. Vamos agora a este centro comercial?
Concordei. Pagamos e saímos da lanchonete. Lá fora ainda estava movimentado, mesmo estando de noite. Paramos um homem e Yann perguntou:
– Licença. Você sabe onde fica o centro comercial?
– Claro. Fica a uns seiscentos metros daqui. É só ir em frente.
– Obrigado – dissemos.
O homem olhou no relógio e falou:
– É melhor irem, pois ele fecha em cinco minutos.
Merda. Não podíamos chegar a tempo indo andando. A única solução seria pegar um táxi. Quando eu digo que tenho muita sorte, não duvidem, pois no mesmo instante em que pensei naquilo passou um táxi. Sem perder tempo o paramos e pedimos ao motorista que nos levasse ao centro comercial.
Chegamos lá rapidinho e estávamos com tanta pressa que nem exigimos troco. O centro comercial era um prédio enorme, com mais de dez andares. Cada um vendia um tipo diferente de artigos para Pokémon. Caso você não saiba, os centros comerciais são como as pequenas butiques Pokémon de cidadezinhas, mas são muito maiores e contêm mais variedade de produtos. Estes só são encontrados nas maiores cidades do continente. Entramos apressados no exato momento em que um funcionário desligava o “olho óptico captador de movimentos “ que fazia com que a porta automática se abrisse ao captar um movimento.
– Espere! Nós queremos nos inscrever na competição de amanhã – falei.
– Desculpa, mas nós já fechamos.
Ele virou as costas.
– Mas nós queremos muito nos inscrever. Por favor – pedi.
Ele se virou lentamente, respirando fundo para não perder a paciência.
– Meus jovens, eu trabalho aqui desde as sete da manhã e tenho uma pausa ao meio dia de uma hora para almoçar. Depois tenho que estar aqui de novo e só vou embora às oito. Faço isso todos os dias, e quando chego em casa não há maior alegria. Encontro minha mulher e meu filho, para os quais tento dar a melhor vida possível com meu salário, e por consequência quase não passo tempo com eles. E sabem quantas folgas por semana tenho? Só no domingo. Como vocês podem ver – disse ele nos mostrando um relógio de parede na recepção – são oito e cinco e eu estou morrendo de vontade de me juntar à minha família, mas dois garotos egocêntricos querem me reter porque não tiveram tempo de vir antes, sendo que eu estava aqui o dia todo!
Bom, conseguimos fazê-lo perder o controle. Ele começou a respirar fundo. Que cara noiado, pensei. Yann pegou suas três Pokébolas e segurou-as em uma mão.
– Agora é minha vez – falou ele. – Está vendo aqui essas três Pokébolas? Aqui dentro há três Pokémons que trato como se fossem meus filhos. Saí de Olivine para enfrentar Morty em Ecruteak, mas perdi sem saber o porquê, já que era a coisa que eu mais queria na vida. Vim para Goldenrod e lutei contra Whitney, mas também não consegui. Foi então que eu entendi que não bastava querer, mas que eu também tinha que treinar. E enquanto eu via Pokémons e treinadores em academias treinando durante duas horas, eu treinava cinco ou seis horas seguidas. Fiz isso durante semanas até que decidi ir para Violet, e foi lá que conquistei minha primeira insígnia. Depois fui para Azalea e derrotei Bugsy, conquistando minha segunda insígnia. E durante todo essa jornada eu aprendi que não importava o meu esforço, pois se ele fazia meus Pokémons bons lutadores e os deixava alegres, dando-lhes uma ótima vida, não me importava. Eles sim importam. E hoje estou aqui, tentando pô-los e acima de tudo me pôr em desafio mas um homem trabalhador, que ainda não percebeu que um dia seus esforços serão recompensados, não nos faz nem o favor de nos inscrever na competição, e com certeza é porque não nos conhece, porque se ele soubesse o quanto nós, treinadores Pokémon também ralamos, ele não agiria assim.
O.k., eu sabia que Yann era alguém excepcional e diferente dos outros, mas não tinha a mínima ideia de como ele podia ser bom na arte da dialética, e nem de como sua jornada podia ter lhe custado esforços. Eu, que não precisei ralar tanto, estava no mesmo patamar que ele e me sentia um intruso, como se não merecesse estar ali. Agora você entende o que eu quero dizer quando digo que tenho sorte.
Tanto eu quanto o funcionário ficamos boquiabertos. Deu para ver que aquele sermão fez o homem matutar sobre a vida – só não dava para saber se o produto seria positivo ou negativo. Um tempinho depois ele suspirou, foi até o balcão, pegou um caderno e uma caneta e falou:
– Você tem razão, jovem. O egocêntrico aqui sou eu.
Yann não respondeu nada mas foi até lá e me chamou.
– Nomes, por favor.
– Yann Carter e Steve Brown.
– Escolham três Pokémons da sua equipe.
– Eu vou usar meus três – Scyther, Gligar e Eevee.
– E eu Load, Snorunt e Zubat.
Ele escreveu no caderno nossas informações.
– Estejam no estádio amanhã às nove.
Enquanto ele guardava as coisas nós íamos saindo, à procura de um camping. Já na saída o homem nos parou, mas estava claro que não era comigo que ele queria falar.
– Obrigado, jovem. Eu nunca tinha pensado da forma que você apresentou sua vida. É mesmo... muito interessante.
– Eu que agradeço por nos inscrever.
– Bom, agora vou para casa, mas bem mais leve do que nos outros dia. Adeus.
– Adeus – nos despedimos.
Após isso pedimos informações até encontrarmos um camping baratinho para treinadores. Enquanto montávamos nossas barracas Yann me perguntou:
– Você não tem um Mightyena?
– Tenho sim.
– Se ele é seu único Pokémon evoluído, e consequentemente o mais forte, por que você não o usa para vencer a competição?
– Meu objetivo é ver meus outros Pokémons melhores, para não ficarem para trás em relação a ele.
Ele ergueu as sobrancelhas, em entendimento e foi para sua barraca, pois tínhamos de descansar se quiséssemos estar em forma no dia seguinte.
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Re: Steve - Cidade de Blackthorn

Mensagem por SUPER HACHER em Sex Mar 25, 2011 2:52 pm

No dia seguinte, vocês acordaram e foram logo ao Estadio Goldenrod para o campeonato.
Chegando, havia um cartaz:
Spoiler:
OBS: Não ia caber inteiro, por isso dividi
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Re: Steve - Cidade de Blackthorn

Mensagem por Ghost em Sab Mar 26, 2011 7:47 am

No dia seguinte nem desmontamos as barracas. Acordamos cedo – eram umas seis e meia. Fomos até uma padaria tomar café da manhã e em seguida fomos à procura do estádio. Tivemos de nos orientar algumas vezes, perguntando a cidadãos, para enfim achá-lo. Era enorme. Juro, parecia aquelas arenas gregas de jogos, porém maior. O que me impressionou foi a quantidade de pessoas na arquibancada, por que faltava mais de meia-hora para o começo do torneio e já estava lotado. Fomos na recepção.
– Nós somos participantes do torneio.
– Ah!, claro. Então entrem por ali.
Ela nos mostrou uma porta e nós entramos. Estávamos de baixo do estádio, dentro de uma sala grande. Dentro havia quatorze treinadores, contra os quais competiríamos. A sala era muito aconchegante – cheia de sofá, poltronas, havia um bebedouro, uma máquina para restaurar Pokémons e um televisor enorme e plano, na parede. Além disso uma música rolava tranquilamente, baixinho, só como plano de fundo. Também tinha um relógio, e ele marcava oito e meia. Foi quando subitamente um homem uniformizado entrou.
– Vocês são dezesseis competidores. Foram divididos em duas chaves. – No televisor apareceu a tabela de luta. Yann e eu estávamos em chaves diferentes. – Quem perde é eliminado, e quem ganha segue para frente. As regras são: você deve deixar fora de combate os três Pokémons para vencer e obedecer à regra adicional.
– Como assim regra adicional? – perguntou uma garota de cabelos ruivos.
– Cada luta terá uma. Por exemplo, se pedirem que seus Pokémons lutem dançando, ao ritmo de uma música, terão de fazer, se não serão desclassificado. Essa regra é tão importante quanto a vitória na batalha. Bom, vocês entrarão em quinze minutos para a presentação e depois voltarão para cá. A luta começará por Abel e George. Os outros poderão assistir às lutas daqui de dentro.
O cara saiu. Como foi dito, quinze minutos depois fomos chamado e saímos em fila. Em seguida cantaram o hino de Johto. Após isso, eles apresentaram todos os participantes e nós voltamos para a sala, exceto por Abel e George.
Na real, foi entediante esperar até minha vez de lutar. Vou dar os resultados das lutas, em ordem cronológica, mas não as narrarei.

Abel vs George
Venc. e Perded.

Artis vs Max
Venc. e Perded.

Agora sim a coisa começou a ficar melhor. Era minha vez e eu ia lutar contra um tal de Larry.
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Re: Steve - Cidade de Blackthorn

Mensagem por SUPER HACHER em Sab Mar 26, 2011 9:06 pm

Logo o mesmo homem o chamou
- Steve e Larry
- Boa sorte - Disse Yann
- Obrigado
Logo que entrou viu uma tela grande, por onde aparecia a batalha. Logo em posição para a batalha, apareceu no telão "Um ataque por pokemon"
- O treinador podera, apenas, escolher um golpe para cada pokemon, e não podera mudar até o fim da batalha. Que comece a batalha!
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Re: Steve - Cidade de Blackthorn

Mensagem por Ghost em Seg Mar 28, 2011 12:00 pm

Que dilema. Numa batalha, a variedade de golpes e de seus tipos ajuda muito, mas se só tem-se um ataque, fica muito mais complicado. Nesse caso a sorte influencia muito mais, pois o rumo da luta pode mudar de acordo com o ataque que você ou seu adversário escolheu, sem poder recorrer a outros que você guarda por debaixo da manga.
Um contador apareceu na tela. Tínhamos três minutos para a escolha do Pokémon e do ataque, mas eu já tinha feito minha escolha. Quando o tempo findou o narrador falou:
– Como todos os outros, vocês lutarão num campo simulado pelo PBS. Por favor, vão aos seus lugares e escolham seus campos de batalha.
O estádio tinha uns cinquenta metros de comprimento e era elíptico. Nas extremidades havia uma máquina onde nós iríamos lutar. Ao chegarmos – cada um em seu lado – escolhemos nossos campos na máquina, que era uma modificação de PBS. Ao escolhermos o narrador continuou:
– O momento chegou.
Preparem-se, senhoras e senhores, pois a luta vai começar.
O juiz, que estava sobre uma plataforma com um metro de altura, levantou a bandeira.
– Que comece a batalha!
Nossos lugares – onde eu e Larry estávamos se erguerem e ficaram a uma metro do chão, como o juiz, em sua plataforma. De repente o solo do estádio todo se transformou. A minha metade virou gelo, e também nevava, pois eu escolhera “Inverno”. A metade de Larry virou um solo de pedra com
poças de lava flamejantes. Soltamos nossos Pokémons.
– Vulpix, vai!
– Lotad, é com você!
Nossos Pokémons se encararam. Geralmente eu não gosto de começar atacando, mas sim defendendo, por isso deixei que ele começasse.
– Explosão de Chamas, Vulpix!
Seu Vulpix veio correndo e pulou, caindo na divisa dos campos. Em seguida soltou uma rajada enorme que rodeou o meu Lotad e explodiu.
– Lotad, Poder Natural!
Meu Lotad pulou e usou seu ataque, que se transformou em Laser de Gelo. Mas ataques de gelo não causam quase nenhum efeito aos Pokémons de fogo. Merda!
– Mais uma vez, Vulpix!
Seu Pokémon obedeceu e atacou de novo. Meu Lotad correu em minha direção para fugir do ataque que o perseguia. Sua cara de desesperado me comoveu. Tenho que fazer alguma coisa para ajudá-lo. Tentei pensar em alguma coisa útil. Como caía neve, alguns cantos já estavam cobertos, escondendo o gelo.
– Lotad, pule na neve e use novamente o Poder Natural.
Ele obedeceu enquanto o ataque se aproximava cada vez mais. Quando caiu na neve usou o ataque que se transformou em Nevasca que se misturou
ao fogo, mas não foi o suficiente para pará-lo, só para enfraquecê-lo.
A neve se derreteu completamente e o gelo estalou. Foi então que tive uma ideia.
– Vulpix, agora acabe com ele!
– Lotad, fique parado no chão!
Ele não entendeu, mas me obedeceu. O ataque vinha rapidamente e eu pudia ver o medo em seu rosto. Não posso falhar com ele. Me concentrei e quando o ataque estava a menos de um metro, gritei:
– Desvie!
Lotad se levantou e pulou. A ataque acertou o solo de gelo, já rachado, e o derreteu, deixando a água por baixo, mas ainda assim acertou o Lotad.
– Entre na água, Lotad.
Foi o que ele fez. Pude ver a expressão de desentendimento de Larry. Você vai entender já já, pensei.
– Lotad, ataque novamente.
Ele se concentrou e soltou seu ataque, que dessa vez se transformou e Bomba Hidráulica, um dos mais forte ataques aquáticos, se não for o mais forte. O Vulpix ficou surpreso e correu em retirada, mas o ataque logo o pegou. Ele caiu no chão, fora de combate. Para um Pokémon de fogo suportar esse ataque, tem que ser muito resistente, o que não era o caso daquele Vulpix. O que me alegrou foi o fato de termos virado a luta e ganhado, quando tudo parecia perdido.
As plataformas desceram novamente. Larry pôs seu Pokémon em sua Pokébola e eu peguei o Lotad nos braços.
– A vitória é de Steve Brown.
Todos gritaram e bateram palmas. Saí do ginásio e cumprimentei Larry, que me deu seus parabéns. Depois disso pus meu Lotad na máquina de cura
e esperei pela próxima luta, a qual seria a semifinal do nosso grupo.
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Re: Steve - Cidade de Blackthorn

Mensagem por SUPER HACHER em Seg Mar 28, 2011 6:48 pm

Bom, apenas trarei os resultados das outras batalhas e a regra de sua proxima batalha
OBS: Não consigo fazer o Upload. Yann venceu e você batalhara com o Barry.
Regra: Batalha em duplas Wink
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Re: Steve - Cidade de Blackthorn

Mensagem por Ghost em Qua Mar 30, 2011 9:33 am

Bom, algum tempo depois lá estava eu de novo no estádio, pronto para mais uma batalha. Essa era a semifinal do meu grupo, e logo após ela a semifinal do outro grupo – cujo um dos competidores era Yann – aconteceria. Cada um estava em seu lugar, como da outra vez, enquanto esperávamos a regra especial. Mal tinha se passado um minuto que ela apareceu no telão, e o narrador falou para todo o estádio: Batalha de dois contra dois. Cada treinador poderá usar só e obrigatoriamente dois Pokémons, que batalharão simultaneamente. Todos bateram palmas. Pelo visto, as batalhas duais eram adoradas por todos.
Como sempre, nos dirigimos às extremidades e subimos na plataforma, que ainda estava ao nível do solo. Ela se levantou e tivemos nossos três minutos para escolher os Pokémons e o campo de batalha – felizmente eu já tinha feito minha escolha.
Escolhi uma gruta congelada. O mais louco era que se houvesse uma gruta ninguém veria por dentro, mas ela se desfazia e refazia, como aqueles cards que quando você vira a imagem muda, oscilando entre uma e outra. Era isso que acontecia com a caverna, de modo que dava para ver seu interior. Meu adversário, Barry, escolheu uma solo montanhoso, meio inclinado para o centro do estádio, com uma lagoa no meio. Perguntei-me quais seriam seus Pokémons.
O juiz, ao ver que tudo estava pronto, falou:
– Essa batalha tem mais uma regra especial. O treinador cujo Pokémon for nocauteado primeiro será desclassificado. Que comece a batalha!
– Krabby e Phanpy, arrasem!
Todos soltaram um “Oh!” ao ver sua Phanpy fofinha e nada assustadora.
– Snorunt e Zubat, eu escolho vocês!
Os Pokémons se encaram – como sempre fazem – tentando logo intimidar seus adversários.
– Phanpy, use o Rolo Compressor! Krabby, comece com o Raio de Bolha!
É claro que eu estava confiante lutando contra dois Pokémons minúsculos, mas quando eles investiram para cima dos meus, aquilo me surpreendeu.
– Zubat, tente a evasiva e o Ataque Voador! Snorunt, enfrente o Rolo Compressor com uma Cabeçada!
O Krabby enviou uma rajada de bolhas para cima do Zubat. Esse último conseguiu desviar de algumas mas não pôde deixar de ser atingido. Logo após esse ataque ele bateu as asas e usou o Ataque Voador no Krabby, que voltou para seu campo voando e se espatifou no chão. Entrementes, A Phanpy (oh!, que gracinha!) que vinha rolando para cima da minha Snorunt teve um confronto corpo a corpo, já que ela usou a Cabeçada. Os dois Pokémons caíram para trás com essa investida dupla.
– Phanpy, use a Batida e Krabby, use Garras de Metal!
– Snorunt, use Proteção e Zubat, Cortador Aéreo!
O Krabby veio correndo, de lado, com suas pinças cintilando, e pulou para acertar Zubat no ar. Este, por reflexo, tentou esquivar, mas não conseguiu. Ele caiu no chão, e você sabe que morcego no chão não é coisa boa. Por espontânea vontade ele usou um Raio Confusão e o Krabby ficou tonto. Ele voltou a voar e o atacou com o Corte Aéreo. Entretempo, Phanpy veio correndo para investir em minha Snorunt, que se agachou, fechou os olhos e criou uma parede azul em volta dela. Ao se chocar com minha Snorunt, ela caiu para trás.
– Snorunt, use o Sopro Gelado!
E ela atacou, fazendo a Phanpy ir quicando até seu campo.
– Agora, Snorunt, Pó de Gelo!
A Phanpy, cansada, pareceu olhar para seu treinador, que aquiesceu. Ela correu para trás do Krabby.
– Zubat, use o Ataque Voador!
Barry sorriu confiante.
– Krabby, mostre a eles seu Endurecimento!
Krabby começou a endurecer. Aquilo iria bloquear nossos ataques. Mas nem eu nem Barry esperávamos por uma coisa – seu Pokémon estava confuso, e com os ataques do Zubat tinha ficado cansado. Isso fez seu ataque falhar, e ao invés de dividir os danos o pobre do Krabby recebeu dos ataques em plena face. Ele caiu no chão fora de combate.
– E o vencedor é Steve Brown, classificando-se para a final do grupo ª
Novamente saí do estádio e voltei à sala. Recuperei meus dois Pokémons e esperei pela próxima luta.
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Re: Steve - Cidade de Blackthorn

Mensagem por SUPER HACHER em Qua Mar 30, 2011 4:51 pm

No telão apareceu um quadro com as batalhas finais
Spoiler:
Regra especial: Todos os tres pokemons lutam.
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Re: Steve - Cidade de Blackthorn

Mensagem por Ghost em Sex Abr 08, 2011 9:19 pm

Estava pronto para minha terceira batalha. Finalmente o fim se aproximava, pois essa era a final da nossa chave e quem vencesse iria lutar na final. Eu estava confiante em relação àquela batalha, mas receoso em relação à final – pois estava quase convicto de que se ganhasse agora teria de enfrentar Yann e pôr em provas todas os meus epítetos, se ele fosse realmente como todos dizem.
Entramos na arena e nos pusemos nos tradicionais lugares. Esperava que tivesse feito ao menos uma pequena camada de fãs com meus primeiros combates. Pude ver algumas pessoas com cartazes dizendo “Vai, Steve” e “Steve vai arrasar”, mas em contrapartida também havia cartazes feitos para Melissa.
Nós estávamos aguardando a escolha da regra especial, cada um em sua plataforma. De repente o narrador falou:
– Cada treinador só poderá usar um Pokémon até o fim da batalha. Dessa vez, temos um cenário predefinido: uma ponte velha prestes a despencar num penhasco. Se quando as cordas cederem ninguém tiver vencido, a vitória será tirada no cara ou coroa.
Os espectadores aplaudiram, gostando. Mas eu não gostei nem um pouco. Os treinadores e Pokémons deviam ser avaliados pela sua competência e não pela sorte. Mais um desafio para eu meus amigos. Só restava escolher que Pokémon usar.
– Vocês têm três minutos para escolherem o Pokémon – falou o narrador.
Lotad? Não, ele era muito novo e inexperiente para algo assim, se bem que... Zubat?
– Pokémons voadores não podem participar – falou o narrador.
Pronto, ele respondeu à minha pergunta. Zubat também não poderia. O Mightyena será uma ótima escolha, mas eu não o tinha inscrito na competição. Então só me restava a Snorunt. Eu confiava nela.
– Que comece a batalha! – gritou o juiz.
– Aipom, é co' ocê, sô!
Tá, você percebeu. Sim, ela era caipira e tinha um sotaque daqueles. Quase que isso me desconcentra na batalha. De tão engraçado que foi.
– Snorunt, vai lá!
Nossos Pokémons se encararam. Subitamente, nossas plataformas começaram a subir e o campo de luta virou uma enorme ponte com o piso de tábuas podres e com cordas desfiadas presas de cada lado de uma montanha, e abaixo havia um desfiladeiro sem fundo. Ambos Pokémons pararam para olhar a paisagem como nós. O público começou a gritar “Luta! Luta!”, e eu soube que hora chegara. Dessa vez, abrindo uma exceção, comecei atacando.
– Snorunt, use o Sopro de Gelo!
Minha Snorunt atacou e o ataque acertou o Aipom. As cordas rangeram.
– Aipom, meteoro!
O Aipom atacou e como esse ataque nunca erra ele acertou. Mas não foi tão forte.
– Cabeçada – falei.
Minha Snorunt investiu no Aipom, que por sua vez esquivou com uma evasiva, pulando por cima dela.
– Use Cócegas!
O Aipom começou a fazer cócegas nela, que não pode evitar rir. Eu não sabia para quê serviria aquele ataque mas provavelmente não eram vão.
– Snorunt, se concentre. Use o Time Duplo!
Minha Snorunt voltou à batalha e se multiplicou, formando uma roda ao redor do Aipom, desnorteado.
– Snorunt, Sopro de Gelo!
Todos as Snorunt inspiraram o ar para atacar, mas todos sabíamos que só uma atacaria. Quando ela atacou acertou o Aipom, que caiu para trás. A corda se rompeu um pouco.
– Aipom, use o Meteoros!
O Pokémon obedeceu.
– Sopro de Gelo!
Minha Snorunt fez o mesmo. Os ataques se confrontaram, mas os dois continuavam atacando. De repente houve uma pequena explosão de poder e os dois Pokémons caíram para trás. A corda se rompeu. Agora só restava um fino fio, que estouraria a qualquer momento. Na verdade estava estourando. Aquilo não podia acontecer. Eu tinha que vencer antes.
– Snorunt, use o Sopro de Gelo na corda!
Ela obedeceu. Conseguiu congelar a corda a tempo de ela estourar, mas não por muito tempo.
Enquanto minha Snorunt estava de costas ao Aipom, pois tinha acabado de salvar a ponte do desabamento, Melissa aproveitou.
– Agora, use o Arranhão!
O Aipom investiu sobre ela.
– Snorunt, Cabeçada!
Ela se virou a tempo e o ataque a acertou. Em seguida ela atacou e saiu cabeceando o Aipom até ele ficar na beirada da ponte.
– Pó de Gelo!
O Aipom pulou, mas o ataque o acertou. Ele caiu no chão fora de combate. No mesmo instante a corda se rompeu. Os Pokémons voltaram às Pokébolas.
– Steve Brown vence a batalha. Assim, ele se classifica para a final, que acontecerá hoje às quatro da tarde – falou o narrador.
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Re: Steve - Cidade de Blackthorn

Mensagem por SUPER HACHER em Sex Abr 08, 2011 9:49 pm

Spoiler:
Era hora da verdade, a batalha final. Ora de saber se Yann era realmente um treinador como todos diziam
Regra: Como é a final, todos seus pokemons serão usados.
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Re: Steve - Cidade de Blackthorn

Mensagem por Ghost em Qua Maio 04, 2011 8:46 pm

Dessa vez não tínhamos nenhuma limitação, a não ser o uso de todos os nossos Pokémons. Posicionamo-nos em nossas posições, cada um em sua extremidade, e as plataformas se ergueram. O público urrava, gritando e pulando ao som de uma música animada. O DJ fez tocar uma música de suspense, digna de uma grande final.
– Senhoras e senhores, vocês estão preste a presenciar a final tão esperada. Os dois competidores, treinadores Pokémon de talento, tiveram de submeter-se a prova físico-psicológicas, pôr em jogo todos os seus recursos para chegar até aqui arduamente. Os dois merecem uma salva de palmas. – O bom público retrucou energizando o ginásio com as palmas. – Na plataforma sul, temos o treinador da cidade de Olivine, Yann. Detentor de duas insígnias, ele e seus Pokémons lutarão aqui hoje. E do lado norte, em sua plataforma, aguarda Steve, vindo de Blackthorn e igualmente detentor de duas insígnias. Ele e seus Pokémons estão prontos para nos dar um show de trabalho em equipe.
As pessoas da plateia gritavam de maneira que eu só conhecia pelo televisor. Não tinha ideia de que naquelas horas o coração martelava o peito à procura de uma brecha para sair. E que todo o corpo tremia ao ritmo da pulsação. Em pensar que aquilo não chegava nem perto a enfrentar a E4, não quis deduzir qual seria a situação dos que se arriscavam.
– Que comece a batalha! – anunciou o juiz, fazendo a plateia urrar ainda mais.
Certo. Agora a coisa ficava séria. Eu enfrentaria um treinador que, igualmente a mim, era bem sagaz, e tinha percorrido um bom caminho. Sua reputação não ajudava, mas a verdade é que eu não me importava muito. Mas sabia que teria que vencê-lo, meu caro rival, em frente a centenas de espectadores, para provar meu valor. E o que fazer? Começar com minha Snorunt, meu Pokémon mais experiente? Ou usar o Zubat para confundir os inimigos? Ou o Lotad? Minha única certeza era a de ter que escolher um campo, no PBS, e o tempo já estava se esgotando. A variedade era enorme mas isso não facilitava na escolha dum ambiente bom para os três. Pense!, protestei. Pense Olhei para o contador e me restavam apenas alguns segundos. Então selecionei o campo aleatório, sem escolha melhor. Sorte, sorte!, pedi. E meu pedido foi... ignorado. Acabei me encontrando num campo minado no qual gêiseres ardentes brincavam de explodir a todo momento. Já Yann, um pouco mais sensato, escolheu uma floresta com árvores bem espalhadas. Então ele soltou seu primeiro Pokémon, alheio ao fato de eu poder escolher um dos meus com vantagem.
– Eevee, é contigo!
Seu Pokémon saiu gracioso da Pokébola. Era macho, tinha um topetezinho e um lenço azul no pescoço, como os caubóis. Eu não tinha nenhum Pokémon lutador, o único tipo com vantagem contra Pokémons normais. Ainda estava em dúvida em relação a qual Pokémon usar. Decidi, por via das dúvidas, ir no meu Pokémons mas regular, o Lotad.
– Lotad, vamos lá!
Ele saiu da Pokébola, sorridente como sempre, levando seu chapéu natural na cabeça. Ele não se deixou intimidar pelo Eevee.
– Eevee, Ataque Rápido!
Seu Pokémon assentiu e investiu, pulando de um lado para o outro velozmente, em direção ao meu Lotad, que dificilmente desviaria daquele ataque.
– Lotad, enfrente com o Ataque de Bolhas!
Temi que ele fosse errar pois eu nunca o tinha feito usar esse ataque, mas saiu incrivelmente bem. Seu Eevee continuou avançando e desviando das rajadas, mas uma lhe acertou em plena face. Ele se sacudiu para tirar o excesso de água, assim como fazem os cães, e pôs-se em posição de ataque, esperando pela próxima ordem.
– Investida! – gritou Yann.
– Você também, Lotad!
Os dois Pokémons se chocaram, cabeça com cabeça.
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Re: Steve - Cidade de Blackthorn

Mensagem por SUPER HACHER em Qui Maio 05, 2011 7:43 pm

O juiz gritou:
- Lotad e Eevee estão fora de combate.
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Re: Steve - Cidade de Blackthorn

Mensagem por Ghost em Sex Maio 20, 2011 7:29 pm

Aquele Eevee dele era resistente. Conseguiu pôr fora de combate meu Lotad com uma investida, mas não sem se nocautear junto. A torcida urrava jogando-nos pressão sobre as costas. E agora? O que fazer? Snorunt ou Zubat? Para ser sincero, nem pré-escolhi, só pus a mão no bolso e peguei a primeira Pokébola que me veio entre os dedos. Mesmo assim eu já sabia qual era.
– Zubat, agora é contigo.
– Gligar, vamos arrasar!
Que coincidência. Dois voadores se enfrentando. De um lado, meu caro Zubat, sob ação do Pokérus, e do outro estava um Gligar, que é um dos meus Pokémons favoritos.
– Gligar, use o Ataque de Abater!
Gligar começou a voar em direção ao Zubat e de repente desapareceu, aparecendo logo ao seu lado e atacando-o.
– Zubat, Ataque Voador!
Meu Pokémon logo reequilibrou e balançou as asas, criando uma tormenta – que eu nunca o tinha visto fazer tão forte –, varrendo o Gligar para seu campo.
– Zubat, Mordida!
Ele começou a voar até lá pronto para morder.
– Picada Venenosa, Gligar!
O Pokémon começou a disparar dardos dos quais Zubat desviava. Fiquei impressionado com a sua habilidade e me perguntei qual seria o ponto máximo que o Pokérus poderia elevá-lo. Meu Pokémon mordeu-o.
– Gligar, Cortador de Fúria!
Fiquei boiando. Nunca tinha ouvido falar naquele ataque. Ele arranhou meu Zubat, mas ele não pareceu sofrer danos.
– Zubat, mais um Ataque Voador!
Meu Pokémon o mandou para longe novamente, mas ele logo se recuperou e voltou a arranhar meu Zubat. Dessa vez pareceu um pouco mais forte.
– Assustar! – ordenei.
Meu Zubat avançou para cima dele a atacou. O Gligar não se assustou e investiu novamente, arranhando-o. Dessa vez pude ver que o enfraqueceu. No fundo da cena, Yann ria, tranquilo. Só tinha uma solução.
– Zubat, Raio Confuso!
O ataque acertou o Gligar. Dessa vez ele investiu novamente, mas passou do lado do Zubat, todo confuso.
– Agora use Ataque Voador!
Ele, sem ter que desviar de nada, se preparou e lançou seu ataque, que fez o Gligar cair na copa de uma árvore. Ficamos todos olhando para lá e ele caiu no chão, fora de combate.
– Volte, Gligar. Confio em você. Scyther!
Seu Pokémon saiu, todo confiante. Mas quem tinha a vantagem do tipo era eu.
– Zubat, vamos confundi-lo logo.
Meu Zubat soltou seu raio mas ele desviou.
– Use Energia Focalizada!
O Pokémon se concentrou e um campo de poder ficou ao seu redor.
– Zubat, Moder!
– Scyther, Perseguir!
Seu Pokémon pulou e, numa velocidade impressionante, acertou meu Zubat. Era impossível era não desmaiar após aquele ataque.
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Re: Steve - Cidade de Blackthorn

Mensagem por SUPER HACHER em Sex Maio 20, 2011 10:13 pm

Ele desmaiou, e ficou um pokemon contra um, Snorunt contra Scyther
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Re: Steve - Cidade de Blackthorn

Mensagem por Ghost em Ter Maio 24, 2011 11:57 am

Mandei meu Zubat de volta para a Pokébola. Meu coração começou a palpitar. Comecei a recear as capacidades daquele Scyther. Tentei acreditar na minha Snorunt, mas eu sabia muito bem que ele ainda tinha muito a aprender. Tentei varrer todos esses pensamentos e me focar na luta. Eu tinha que acreditar nela. Ela sempre acreditou em mim.
– Snorunt, vai lá!
Ela saiu da sua Pokébola, toda alegre, como sempre, e se preparou para a luta.
– Vamos, Snorunt. Confio em você.
Fiquei feliz por meu tom soar mais firme do que eu estava me sentindo. Eu temia perder na frente de toda aquela gente. Conhecia a reputação de Yann. E mesmo que minha Snorunt tivesse a vantagem do tipo eu temia. Não o Scyther, mas sim seu treinador.
– Scyther, use Perseguição!
Seu Pokémon começou a investir para o meu, saindo da floresta e vindo para o campo minado.
– Snorunt, aguarde até que ele se aproxime.– Ele obedeceu, firme no chão. Ele vinha rápido e temi que não desse tempo. – Agora use o Abrigo!
Um campo de força se materializou, no último e exato momento, e o Scyther se chocou nele, caindo para trás. Eu sabia que não podia abusar daquele ataque pois em algum momento ele falharia.
– Snorunt, Vento Gelado!
Ela atacou e o Scyther pulou, mas ainda assim uma parte o acertou.
– Scyther, Ataque Rápido!
– Snorunt, Time Duplo!
O Scyther começou a vir em velocidade mas minha Snorunt se multiplicou e o rodeou. O Scyther parou e ficou confuso, procurando a verdadeira Snorunt.
– Cabeçada, Snorunt!
Todas pararam ao mesmo tempo e sorriram docemente. Em seguida investiram, mas só uma prosseguiu até ele e o acertou na barriga.
– Scyther, aguente aí.
– De novo o Time Duplo! – Ela recercou-o. O Scyther demonstrava pânico. – Cabeçada de novo!
Elas investiram nele.
– Scyther, Ataque Voador!
Não entendi. Scyther tinha Ataque Voador? Como resposta ele bateu as asas lâminas e começou a rodopiar, e mandou minha Snorunt para cima de um gêiser.
– Snorunt, saia daí!
Ela sacudiu a cabeça, repondo-se na luta, e pulou, mas o gêiser a acertou. Maldito campo, xinguei. Não lhe foi de bom agrado aquele jato de calor, sendo ele do tipo gelo.
– Scyther, Energia Focalizada! – O Pokémon se concentrou, enquanto minha Snorunt arfava. – E agora, use Perseguição!
Antes que ela pudesse fazer alguma coisa, o ataque a acertou. Ela ficou no chão, imóvel. Todos olhavam para ver se estava fora de combate.
– Snorunt – murmurei –, preciso de você. Você consegue.
Ela se levantou penosamente, mas se ergueu, e pude distinguir a força de vontade no seu rosto.
– Scyther, Ataque Rápido!
O Scyther avançou velozmente.
– Snorunt, Evasiva! – Ela pulou surpreendentemente alto, fazendo o Scyther acertar o vazio. – Use o Vento Gelado!
Ela atacou, enquanto caía, e o acertou. Os dois se encararam, extremamente machucados e arfando. Aquele era o momento final – eu tinha certeza.
– Scyther, use o Ataque Rápido e Perseguição!
– Snorunt, use a Cabeçada!
O Scyther se preparou, cansado, e atacou, nem tão rápido. Minha Snorunt o aguardou. Quando ele se aproximou, pulando pra cima para atacá-la, ela investiu nele, acertando-lhe uma cabeçada. O tombo dos dois levantou poeirar e não se via-os mais.
– Vamos, Scyther. Ataque Voador!
– Snorunt, Pó de Gelo!
Houve uma explosão, levantando ainda mais poeira. A multidão gritou. Esperamos, ansiosos. Quando a poeira se dissipou, os dois estavam no chão, de olhos revirados.
– Nessa batalha – começou o narrador – mais do que digna de uma final, Snorunt e Scyther ficaram fora de combate. Steve e Yann empatam!
A multidão grita. As plataformas se desceram e fomos cumprimentar-nos no centro.
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Re: Steve - Cidade de Blackthorn

Mensagem por SUPER HACHER em Ter Maio 24, 2011 1:28 pm

- Escolham suas pedras - disse o juiz, mostrando um estojo com todas as 7 pedras existentes (acho que são 7)
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Re: Steve - Cidade de Blackthorn

Mensagem por Ghost em Dom Jun 05, 2011 5:33 pm

Após a luta Yann e eu fomos à recepção, onde ganharíamos os prêmios.
– Você é bom – disse ele no caminho. – Melhor do que eu pensava.
– Você também.
Chegando lá o organizador do torneio veio nos ver.
– Bom-dia, campeões. Vou ser sincero com vocês: antes de fazermos o torneio, dissemos que não poderia haver dois ganhadores. Mas a batalha de vocês foi muito mais dura do que esperávamos, e com certeza agradou ao público. Saiu até na televisão, e várias empresas já me contataram para por faixas para fazer propaganda de seus produtos, nos próximos torneios. Devo muito a vocês. – Ele estalou os dedos e um cara chegou, trazendo um estojo. – O único problema é que, como foi dito, o vencedor receberia nosso Pokémon shiny e uma pedra de sua escolha. Então, vocês terão de escolher quem ficará com a pedra e quem ficará com o Pokémon.
– Qual Pokémon é? – perguntou Yann.
– Não posso dizer. Mas quem escolhê-lo logo verá.
– Yann, vamos conversar rapidinho – falei. Puxei-o para o lado continuei: – Você quer pedra para evoluir seu Eevee? Ou seu Gligar?
– Pra falar a verdade eu estou interessado no Pokémon shiny. É muito raro achar um desse.
– E eu quero uma das pedras. É mais que justo que, você que tem três Pokémons, fique com o shiny já que eu tenho quatro. De acordo?
– All right.
Viramo-nos para o organizador.
– Decidiram?
– Sim – falei. – Eu fico com uma das pedras.
– E eu com o Pokémon.
O organizador ficou feliz que não tínhamos lutado pelo Pokémon. O cara que segurava o estojo tirou do bolso a Pokébola e entregou a Yann. Em seguida abriu a tampa do estojo.
– Escolha uma.
– Já escolhi.
Fui direto com a mão na pedra do amanhecer. Há muito tempo sonha com ela. Peguei nele e senti uma energia, um poder dentro.
– Se me permitem, meus jovens, tenho alguns assuntos burocráticos a resolver. Adeus.
Despedimo-nos dele e nos retiramos.
– Vamos até uma lanchonete – propôs Yann. – Temos que comemorar. Concordei.
Fomos andando pela rua com um sorrisão estampado no rosto. Paramos numa lanchonete e nos sentamos.
– Dois hambúrgueres e duas big vitaminas, por favor – pediu Yann.
Ficamos ali conversando, contando nossas emoções e pensamentos durante a luta.
– Estou ansioso para ver qual Pokémon é – ele falou.
– Está esperando o quê?
– Não sei. É, tem razão. Vamos acabar logo com isso. – Ele pegou a Pokébola do bolso e girou entre os dedos. Devia estar pedindo para ser um bom Pokémon. Então pressionou o botão central e um Pokémon saiu de dentro. Era um... Bulbasaur! Ele tinha uma tonalidade de verde diferente. Era bem verde, como as folhas das árvores. – Que legal. Um Bulbasaur shiny. Que sorte.
– Verdade – falei.
– Bulbasaur, eu serei seu novo treinador. – O Pokémon olhou com cara feia. Ele fez-o voltar à Pokébola. – Terei que educá-lo.
A garçonete chegou e deixou o pedido na mesa. Começamos a comer.
– E você, está esperando o quê para evoluir sua Snorunt?
– Na verdade estou muito ansioso, mas de acordo com os livros, ela só evoluirá de dia, e quanto mais próximo for da alvorada, mais feliz ficará o Pokémon. A mesma coisa acontece com um Kirlia que evolui para um Gallade.
– Você gosta de ler, hein??
– Gosto, sim. Amanhã estou pensando em acordar bem cedo e ir na beira do mar, logo na entrada sul da cidade, por onde passamos quando chegamos de Azalea, e evoluí-la quando os primeiros raios do sol dispararem no horizonte.
– Posso ir também?
– Claro.
– Tô pensando em enfrentar Whitney, amanhã.
– Eu também. Podemos fazer isso depois.
– Então tá certo.
Terminamos de rangar e nos recolhemos no acampamento, cada um em sua barraca. Tinha combinado com ele de acordá-lo às quatro e meia para irmos à praia. Eu estava muito ansioso para que o dia seguinte chegasse, então demorei para dormir.
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Re: Steve - Cidade de Blackthorn

Mensagem por SUPER HACHER em Dom Jun 05, 2011 7:54 pm

Logo que dormiu ja era quase hora de acordar, mas devido a sua anciosidade nem sentiu sono. Vocês foram logo para a praia e faltava alguns minutos para o sol nascer.
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Re: Steve - Cidade de Blackthorn

Mensagem por Ghost em Qua Ago 03, 2011 6:17 am

Quando acordei, tratei de pegar meus Pokémons, que ainda repousavam em suas Pokébolas, a pedra do amanhecer e pus tudo numa bolsa. Nem precisei acordar Yann, pois ele tinha sido despertado por meus "barulhos de preparo". Ele se vestiu rapidamente e se apressou para me acompanhar, com suas Pokébolas em seu bolso direito.
Fomos caminhando sem muito conversar. Yann ainda estava acordando, mas eu que nem pregara o olho a noite toda estava em forma. A ânsia deixava cada célula do meu corpo mais desperta do que nunca, como se eu tivesse tomado uma caixa de Red Bull.
Depois de não muito tempo chegamos à rota 34 e logo vimos o mar calmo, sem onda alguma. Um casal de namorados jovem estava sentado na praia de areia branca, abraçado, enquanto esperava o nascer-do-sol. Fomos junto à praia e soltei um suspiro.
- Chegou a hora - falei.
Yann assentiu. Em seguida, ele se sentou e pegou suas Pokébolas. Seus Pokémons saíram de dentro e ficaram ao seu lado, descobrindo seu novo amigo shiny, o Bulbasaur. Fiz o mesmo com meus Pokémons. Snorunt ficou excitada e começou a saltitar, ao ver uma pontinha do sol surgindo no horizonte, colorindo a água de tons alaranjados. Peguei a por trás, segurando-a por baixo de seus bracinhos, e a levantei.
- Snorunt, hoje é um dia especial pra você. - Ela sorriu, não por saber o que a esperava, mas sim por sempre estar alegre. - Hoje você vai crescer.
Ela fez uma cara de desentendida. Deixei-a no chão e tirei minha mochila das costas. Peguei a pedra e deixei-a no chão, ao seu lado. Ela, curiosa como sempre, foi ver o que era. Quando estava a milímetros dela, a ponta de tocá-la, um raio do sol atingiu a pedra, fazendo a brilhar. Os olhos da Snorunt se arregalaram e ela saltitou, balançando os braços como fazem os Togepis, e subitamente começou a brilhar de um branco quase perturbador à visão. Fiquei paralisado olhando-a metamorfosear. De esguelha, vi Yann e todos os Pokémons olhando a tranformação com estupefação. E do outro lado, o casal fazia o mesmo. A pequena Snorunt, envolta de brilho, começou a crescer e sua forma mudou completamente. A luz se dissipou. Um novo Pokémon agora estava à minha frente, muito mais charmoso e com menos ar de brincalhão, mas mesmo assim tão adorvel quanto o antigo. Peguei meu Pokédex e abri-o. Suas informações foram as seguintes:

"Frosslas é um Pokémon fêmea, de gênero único. Este Pokémon vive em prados congelados e varridos pelas nevascas do Norte. Seu corpo à inteiramento oco e ele levita em silêncio para se locomover. Geralmente é um Pokémon solitário que não gosta de ser perturbado, e quando recebe uma ameaça de ataque congela seu agressor com uma rajada de gelo. As pedras de gelo em sua cabeça nunca derretem."

Fechei o Pokédex. Froslass admirava seu novo corpo. Olhei para ela com seus 1,3 metros, bem maior do que antes, e a abracei. Ela pareceu um pouco constrangida, mas depois se relaxou e retribuiu com seus braços-orelhas. Yann se aproximou.
- Caraca, brow! Ela é simplesmente... demais!!!
Assenti. Todos os Pokémons envolveram-na, enquanto ela admirava a todos. Yes!, pensei. Agora tenho uma Snorunt. Só resta testá-la numa batalha.
Foi então que me lembrei do casal. Aproximei-me deles e pigarreei.
- Desculpem-me, mas um dos dois, ou até os dois, gostaria de batalhar? Uma batalha em que cada treinador tem um só Pokémon?
- Seria uma boa oportunidade pra eu testar meu Bulbasaur - disse Yann se aproximando.
O casal se entreolhou.
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